História

O Centro de Reabilitação Psicopedagógica da Sagrada Família conta com cerca de 70 anos de existência. A nossa história, reflete a nossa marca e identidade:

 

O CRPSF situa-se onde outrora fora a Quinta do Olival, pertença da "Blandy Brothers & Company", comprada a 13 de junho de 1950, pelas Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, com o objetivo de criar de uma Casa que acolhesse as crianças e jovens do sexo feminino, com problemas de saúde mental, filhas de doentes internadas na Casa de Saúde Câmara Pestana.

 

A 21 de agosto de 1950 tem lugar a constituição da comunidade religiosa, com a bênção do espaço destinado a Capela, o altar e as alfaias litúrgicas para o culto, pelo bispo da diocese, D. António Manuel Ribeiro. Abrem-se as portas do “Sanatório da Sagrada Família”.

 

Oficialmente, abrem-se as portas do Sanatório da Sagrada Família no dia 31 de dezembro de 1950, com a vinda de 14 crianças da Casa de Saúde Câmara Pestana. O Dr. Jorge Luís Patrício Malheiro foi o primeiro Diretor Clínico.

 

Em 1953, é criado, no mesmo espaço físico, o “Externato de Santa Teresa”, destinado a ministrar o ensino primário (1.º Ciclo) das crianças portadoras de deficiência.

 

Em 1982, para dar uma resposta urgente e eficaz às crianças e jovens do sexo masculino da Madeira, atingidos por deficiências e necessidades análogas às das meninas, o Sanatório começa a receber crianças e jovens com deficiência do sexo masculino, sendo criadas novas áreas de intervenção pedagógica.

 

A 30 de junho de 1987, são inauguradas as novas instalações, construídas de raiz, com a presença do Bispo do Funchal D. Teodoro Faria e do Presidente do Governo Regional da Madeira, Dr. Alberto João Jardim.

 

Em 1994, o Sanatório da Sagrada Família recebe passa a designar-se "Centro de Reabilitação Psicopedagógica da Sagrada Família".

 

Em 2003, foi inaugurada a piscina do Centro, estrutura esta que permite facilmente o acesso de crianças e jovens com diversas deficiências, onde têm aulas de educação física e hidroterapia.

 

Em 2006 foi inaugurada a CASA, residência de transição equipada para treinar competências psicossociais a um grupo de 6 jovens do sexo masculino.

 

Em 2008 foi inaugurada a Residência de Transição “CASA 2”, estrutura semelhante e com os mesmos objetivos à dos rapazes, preparada para acolher 6 jovens do sexo feminino.

 

Em 2009, foi inaugurada a Unidade de Pedopsiquiatria São Rafael, unidade de curto internamento, direcionada para a intervenção em pedopsiquiatria, a crianças e jovens de ambos os sexos, provenientes do Serviço de Pedopsiquiatria do Serviço de Urgência Hospitalar e sendo de momento uma referência a nível nacional.

 

Ao longo dos anos, continuamos a escrever a nossa história, definindo o nosso modelo de intervenção assistencial e psicopedagógico como uma forma de atuar que "integra os elementos dinâmicos e estruturais mais relevantes para configurar um modelo que dê respostas aos desafios atuais partindo da inspiração do carisma fundacional e segundo os valores Hospitaleiros" (Cf. IHSCJ, MII, 41).